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O Nomura, banco de investimento japonês, criou uma subsidiária para dar às instituições acesso a ativos digitais, segundo reportagem do Financial Times.
Até o final de 2023, a nova unidade terá 100 funcionários, segundo o relatório, e oferecerá exposição a ativos digitais, finanças descentralizadas (DeFi) e tokens não fungíveis (NFTs).
O banco recusou o pedido de comentário da CoinDesk.
Nomura juntando-se a rivais como Goldman Sachs (GS) Citigroup, Bank of New York Mellon e JPMorgan (JPM) para dar a seus clientes a oportunidade de mercados de criptomoedas, pois começaram a negociar futuros e opções de Bitcoin na semana passada no CME com Cumberland DRW.
Juntando-se à joint venture de custódia Komainu ao lado do gestor de fundos CoinShares e do especialista em custódia Ledger, o Nomura foi um dos primeiros bancos a explorar a custódia de criptomoedas em junho de 2020.
O Nomura Research Institute, um braço de consultoria econômica do banco, lançou um índice de criptoativos que acompanha o mercado japonês de criptomoedas em 2020.
Apesar do risco associado às moedas digitais, os executivos da Nomura disseram que há um forte interesse de clientes institucionais e continuarão a florescer em criptomoedas, NFTs e outros ativos.
A Nomura inicialmente transferirá cerca de 15 funcionários para a nova subsidiária de criptomoedas, que ainda não recebeu um nome, mas será chefiada por Jez Mohideen, atual diretor digital da Nomura.
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Fonte da Notícia: cryptoverze.com
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