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♪ Em cena desde 1995, a banda pernambucana Cascabulho esperou chegar o dia de São João, 24 de junho, para lançar estrategicamente o álbum Fogo na pele com capa que expõe a arte colorida de Fernando Duarte.
Com dez inéditas músicas autorais, formatadas no estúdio Muzak com produção musical de Breno Cunha, sanfoneiro do grupo, o disco Fogo na pele aquece as festas juninas com repertório pautado por mix de ritmos associados ao universo do forró – como já sinaliza no titulo a música Tempo de coco, gravada com a adesão de Mestre Galo Preto, nome artístico do repentista e embolador pernambucano Tomaz Aquino Leão, nascido em 1935 no Quilombo de Santa Izabel.
Capa do álbum ‘Fogo na pele’, da banda Cascabulho — Foto: Arte de Fernando Duarte
Ao longo do álbum Fogo na pele, Breno Cunha (acordeom), Jorge Costa (percussão e vocal), Léo Oroska (percussão e vocal), Magrão (voz) e Rapha Groove (baixo) se juntam ao cantor pernambucano Josildo Sá no coco Noite de forrobodó, caem no xaxado em Cascaxado, seguem a cadência do xote na faixa Pela trilha sagrada – pontuada pelo toque da rabeca do músico Claudio Rabeca – e celebram o legado perene do artista paraibano Jackson do Pandeiro (1919 – 1982), principal referência da banda, na música Na alma e na cor.
Entre o romantismo de Bela e o arrasta-pé da marcha junina Forró de Caraúna, o quinteto acentua o toque da sanfona na gravação de músicas como De fino trato, faixa de evocação africana que traz os vocais de Júlia Andrade.
O frevo Na contradança e a música-título Fogo na pele completam o repertório forrozeiro do quinto álbum do Cascabulho, o primeiro desde O dia em que o samba perdeu para a feijoada (2015), disco lançado há seis anos.
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