Carregando, por favor aguarde...
Pular para o conteúdo

Leonardo da Vinci pode ter 14 netos vivos, de acordo com estudo de DNA

[ad_1]

Você já se perguntou se Leonardo da Vinci tem algum descendente vivo? De acordo com uma recente pesquisa feita pelos historiadores da arte Alessandro Vezzosi e Agnese Sabato, sim!

Por mais que o pai da tecnologia moderna, pintor, cientista e arquiteto desapareceu em 1519, mas alguns traços de DNA ainda existem e foram recuperados pelos dois pesquisadores.

Reconstruir a árvore genealógica do gênio toscano não foi nada fácil, já que seus restos mortais se perderam quando a capela de Saint-Florentin do Château d’Amboise foi totalmente destruída durante a Revolução Francesa. Existem ossos no Castelo de Saint-Hubert, mas não foi confirmado se eles são de fato do artista italiano.

A pesquisa dos historiadores permitiu a identificação de 21 gerações, 5 ramos familiares e 14 descendentes vivos, com idades entre 1 e 85 anos.

Considerando que não existem registros precisos do DNA de Da Vinci, os historiadores tiveram de voltar para o ano de 1331, para analisar o DNA do tataravô Michele. O objetivo é mapear o genoma para conhecer as características de Leonardo, desde seu nascimento até seu envelhecimento prematuro, tendo em vista que Da Vinci sempre foi retratado com feições mais velhas.

Leonardo tinha muitos parentes: nenhum filho (oficialmente), mas nada menos que 22 meio-irmãos. Os estudos ainda em andamento, realizados em colaboração com o Leonardo Da Vinci DNA Project, o J. Craig Venter Institute de La Jolla (Califórnia) e o Departamento de Biologia da Universidade de Florença, foram baseados na análise deste grande emaranhado de membros da família.

Os dados serão então usados ​​para descobrir se os ossos guardados em Saint-Hubert são realmente do artista toscano. Esse não é o primeiro estúdio do gênero, já que em 2016, foram identificados 35 descendentes. A maior parte das informações genéticas veio de mulheres, o que impediu os pesquisadores de analisar o cromossomo Y, que foi repassado aos descendentes do sexo masculino.

O cromossomo Y é o foco do novo estudo, pois permanece “quase inalterado por 25 gerações”, explica Alessandro Vezzosi:

Uma vez que o cromossomo dos parentes masculinos vivos foi comparado com o dos ancestrais, todo o mapa pode ser reconstruído e desvendar as características genéticas de Leonardo.

Será que a pesquisa realmente vai encontrar um herdeiro do pintor que consiga manter o legado do artista vivo por mais tempo?

[ad_2]

Fonte da Notícia