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A tecnologia é uma evolução do Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais (AFIS), em uso há 16 anos na PF. O ABIS tem capacidade de armazenar dados de 50,2 milhões de pessoas em 48 meses e, com o tempo, poderá integrar outros modelos de identificação biométrica, como íris e voz.
Há a possibilidade de expansões posteriores do ABIS que poderão conter dados de até 200 milhões de indivíduos. A solução entrará em operação com 22,2 milhões de dados que virão do AFIS.
Além do software, a Polícia Federal adquiriu um conjunto de equipamentos composto por estações de cadastramento, estações forenses e dispositivos móveis de coleta, verificação e identificação. Cada Papiloscopista Federal terá uma estação portátil ABIS operacional conectada ao ABIS central.
Gestões anteriores da Polícia Federal já haviam solicitado ao Tribunal de Contas da União (TCU) a aquisição do ABIS e tiveram os pedidos negados pelo órgão. Com o destravamento do processo de aquisição, o objetivo é unificar os dados das Secretarias de Segurança Pública dos estados.
Visando uma parceria da PF com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, e com os Estados, a expectativa é que as polícias judiciárias estaduais passem a ter acesso a uma base biométrica nacional.
O que você achou dessa iniciativa? Acredita que funcionará bem no Brasil?
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